RJ: Museu do amanhã

September 19, 2017

 

 

Fundado em 2015 e localizado no Rio de Janeiro, o Museu do Amanhã é um museu voltado à ciência e com olhos no futuro, sendo uma unidade educativa. Ele aborda, de forma interativa e através de experiências sensoriais, questões importantes a respeito da humanidade e o futuro do Planeta Terra, por isso foi dado o nome “Museu do Amanhã”, pois o amanhã é incerto e está em constante mudança, ainda mais com o continuo aumento das intervenções humanas. Apesar do futuro ser extenso, o museu está focado em esculpir o mundo para daqui 50 anos, visando expandir o nosso conhecimento e mudar tanto o modo de pensar quanto o de agir. Para isso, a exposição principal depende de cinco espaços, sendo eles: Cosmos, Terra, Antropoceno, Amanhã e Nós.

 

O museu encontra-se inserido na região portuária do Rio de Janeiro, onde ocorre o projeto de requalificação chamado Porto Maravilha, projeto que, atualmente, é o maior em termos de desenvolvimento urbano que está ocorrendo no Brasil. O arquiteto responsável pela obra do museu foi também quem atuou, em parte, na revitalização do Porto de Buenos Aires, sendo ele o famoso arquiteto espanhol Santiago Calatrava, que projetou a Ponte da Mulher.

 

 

 

O arquiteto, que pode ser considerado um dos mais influentes no meio da arquitetura dos últimos tempos, realizou um projeto que fosse, por si, uma atração para o museu. Ele tem como partido o objetivo de se integrar com o entorno, como por exemplo, fazendo com o que o Mosteiro de São Bento se mantivesse visível. Para que se chegasse no produto final, Calatrava produziu, em seu processo criativo, mais de 600 aquarelas no período em que permaneceu no Brasil. Desse modo, obteve-se um edifício com forma longilínea, a qual se deu a partir de uma inspiração nas bromélias do Jardim Botânico, e que simulasse a sensação de estar “flutuando sobre o mar”, tornando-o um ambiente celestial.

 

“A ideia é que o edifício fosse o mais etéreo possível, quase flutuando sobre o mar, como um barco, um pássaro ou uma planta”. – CALATRAVA, Santiago

 

Outro partido do projeto diz respeito a sustentabilidade. Tendo isso em vista, o museu visa a entrada de luz natural em todo o edifício, de modo que para isso ele possuem grandes aberturas com vidro em esquadrias retangulares as quais ocupam as fachadas e em esquadrias triangulares que ficam nas laterais. Assim, o arquiteto buscou fazer uso dos recursos naturais visando a economia energética, de modo que obtivesse a certificação do Green Building Council conhecida como LEED (Liderança em Energia e Projeto Ambiental).

No mesmo conjunto arquitetônico, pode ser encontrado outros marcos, entre eles o Museu de Artes do Rio (MAR) e o edifício A Noite.

 

Vale a pena visitar o Museu quando estiver de passagem no Rio!

 

 

 

Localização:

Praça Mauá, 1 - Centro, Rio de Janeiro - RJ, 20081-240

 

Funcionamento:

De  terça a domingo, das 10h às 18h (com última entrada às 17h00)

 

Preço dos bilhetes:

 

Inteira: R$20,00

Meia-entrada: R$10,00

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